O termo interseccionalidade parecia ser novo ao menos para mim que não tinha conhecimento até então, porém ele surge lá pelos anos 60/70 por conta da necessidade e urgência de aprofundar-se nos movimentos negros feministas, em defender o direito à vida e seus respectivos direitos enquanto ser humano.
O interseccionalismo define inicialmente que o gênero é o principal fator que determina o destino de uma mulher. Após essa primeira fase, movimentos e debates a respeito do assunto reconheceram raça, etnia e sexualidade combinados com o gênero, sendo uma intersecção de poder de opressão e discriminação muito maior do que apenas por gênero.
Na minha visão a interseccionalidade deve ser mais difundida e estudada sempre de forma aprofundada e sensível, por ser uma definição que traz muitos “cruzamentos”, por necessitar de análises sensíveis, principalmente para criação de novas políticas públicas eficazes, que proporcionem melhores condições de vivência na sociedade para pessoas em grupos de minoria.

